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14 de mar. de 2026

(A) A viga tem um material com módulo de elasticidade E = 108 kN/m2. (B) A viga tem seção transversal de 20 cm por 60 cm e momento de inércia I = 3,6 x 10-3 m4.

 

MAPA - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

QUESTÃO 1

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M.A.P.A. – MATERIAL DE AVALIAÇÃO PRÁTICA DE APRENDIZAGEM

TEORIA DAS ESTRUTURAS II 
 



1: ATIVIDADE
Em certas situações, é necessário que um pilar nasça sobre um pavimento. Este emprego é observado com frequência na transição de pavimentos de garagem com os demais pavimentos, onde não é possível seguir de maneira contínua com as prumadas de pilares devido às interferências entre as arquiteturas. Dessa forma, estas novas prumadas usualmente são lançadas sobre vigas, denominadas como vigas de transição.
Dito isso, além da viga de transição, vamos estudar e trabalhar com uma viga contínua hiperestática.
Para a viga contínua com dois vãos mostrada a seguir pede-se o diagrama de momentos fletores utilizando o Método das Forças. As seguintes solicitações atuam na estrutura concomitantemente.

Uma carga concentrada de 180 kN aplicada conforme a Figura 1:

 

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_1.png

Figura 1 - Viga contínua hiperestática

Fonte: a autora.

Sabe-se que:

(A) A viga tem um material com módulo de elasticidade E = 108 kN/m2.
(B) A viga tem seção transversal de 20 cm por 60 cm e momento de inércia I = 3,6 x 10-3 m4.
(C) O cálculo da parcela de energia de deformação virtual por flexão também é decomposto em um somatório de integrais computadas em cada barra. Dessa forma, observa-se que os sinais da integral são positivos quando as parcelas dos diagramas tracionam fibras do mesmo lado da barra, e são negativos quando tracionam fibras opostas. Assim, o mesmo se aplica para os diagramas e tabelas de Kurt Beyer: para diagramas do mesmo lado da barra, adota-se a convenção positiva; para diagramas em lados opostos, adota-se negativo.
(D) Atente-se aos sinais dos diagramas na hora da compatibilização.
 
Observação: você pode resolver manualmente ou através de softwares como o FTOOL, por exemplo, os diagramas necessários; porém, em ambos os casos, precisa constar o passo a passo na entrega do trabalho.
 

Etapa 1
Para essa etapa, descreva com as suas palavras e com o máximo possível de referências (livro didático e demais referências em anexo no livro):
(a) Descreva o que é uma estrutura hiperestática.
(b) Explique a diferença entre método das forças e método dos deslocamentos.

Etapa 2
Para essa etapa, determine o diagrama de momentos fletores da estrutura hiperestática. Somente considere deformações por flexão. Na estrutura hiperestática, por ter vínculos excedentes, deve-se utilizar o Método das Forças, adotando OBRIGATORIAMENTE conforme a Figura 2 de maneira a tornar a estrutura isostática.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_2.png

Figura 2 - Opção de sistema principal para a viga
Fonte: MARTHA, L. F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2010. p. 170.

Na estrutura isostática, o diagrama de momentos fletores só depende dos valores da carga e reações, e da geometria da estrutura. Com a consideração da hipótese de pequenos deslocamentos, as equações de equilíbrio podem ser escritas para a geometria indeformada (original) da estrutura.

Considerando o sistema principal utilizado para análise da estrutura pelo Método das Forças, determine os diagramas de momentos fletores para:
a) Caso básico - caso (0).
b) Caso básico - caso (1).

 

Etapa 3
Dentro da metodologia do Método das Forças, a superposição dos casos básicos é utilizada para recompor as condições de compatibilidade que foram violadas na criação do SP. Para tanto, somam-se os valores das descontinuidades de deslocamentos axial e transversal e de rotação, e impõe-se que as somas tenham valores nulos. Isso resulta em um sistema de compatibilidade.

a) Escreva o sistema de compatibilidade.
b) Determine o Hiperestático X1, conforme representado na Figura 2.

Etapa 4
Após a determinação do diagrama de momentos fletores fornecido para a estrutura hiperestática, do sistema principal e dos valores das incógnitas (hiperestáticos), que resultaram da solução da estrutura pelo Método das Forças, encontre a superposição dos casos básicos, considerando os valores dos hiperestáticos encontrados.

Apresente:
-O cálculo do momento fletor máximo e mínimo.
-Diagrama de momento fletor da estrutura.

Anexos


http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_3.png

 

MAPA - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

 

MAPA - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

QUESTÃO 1

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M.A.P.A. – MATERIAL DE AVALIAÇÃO PRÁTICA DE APRENDIZAGEM

TEORIA DAS ESTRUTURAS II 
 



1: ATIVIDADE
Em certas situações, é necessário que um pilar nasça sobre um pavimento. Este emprego é observado com frequência na transição de pavimentos de garagem com os demais pavimentos, onde não é possível seguir de maneira contínua com as prumadas de pilares devido às interferências entre as arquiteturas. Dessa forma, estas novas prumadas usualmente são lançadas sobre vigas, denominadas como vigas de transição.
Dito isso, além da viga de transição, vamos estudar e trabalhar com uma viga contínua hiperestática.
Para a viga contínua com dois vãos mostrada a seguir pede-se o diagrama de momentos fletores utilizando o Método das Forças. As seguintes solicitações atuam na estrutura concomitantemente.

Uma carga concentrada de 180 kN aplicada conforme a Figura 1:

 

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_1.png

Figura 1 - Viga contínua hiperestática

Fonte: a autora.

Sabe-se que:

(A) A viga tem um material com módulo de elasticidade E = 108 kN/m2.
(B) A viga tem seção transversal de 20 cm por 60 cm e momento de inércia I = 3,6 x 10-3 m4.
(C) O cálculo da parcela de energia de deformação virtual por flexão também é decomposto em um somatório de integrais computadas em cada barra. Dessa forma, observa-se que os sinais da integral são positivos quando as parcelas dos diagramas tracionam fibras do mesmo lado da barra, e são negativos quando tracionam fibras opostas. Assim, o mesmo se aplica para os diagramas e tabelas de Kurt Beyer: para diagramas do mesmo lado da barra, adota-se a convenção positiva; para diagramas em lados opostos, adota-se negativo.
(D) Atente-se aos sinais dos diagramas na hora da compatibilização.
 
Observação: você pode resolver manualmente ou através de softwares como o FTOOL, por exemplo, os diagramas necessários; porém, em ambos os casos, precisa constar o passo a passo na entrega do trabalho.
 

Etapa 1
Para essa etapa, descreva com as suas palavras e com o máximo possível de referências (livro didático e demais referências em anexo no livro):
(a) Descreva o que é uma estrutura hiperestática.
(b) Explique a diferença entre método das forças e método dos deslocamentos.

Etapa 2
Para essa etapa, determine o diagrama de momentos fletores da estrutura hiperestática. Somente considere deformações por flexão. Na estrutura hiperestática, por ter vínculos excedentes, deve-se utilizar o Método das Forças, adotando OBRIGATORIAMENTE conforme a Figura 2 de maneira a tornar a estrutura isostática.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_2.png

Figura 2 - Opção de sistema principal para a viga
Fonte: MARTHA, L. F. Análise de estruturas: conceitos e métodos básicos. Rio de Janeiro: Campus-Elsevier, 2010. p. 170.

Na estrutura isostática, o diagrama de momentos fletores só depende dos valores da carga e reações, e da geometria da estrutura. Com a consideração da hipótese de pequenos deslocamentos, as equações de equilíbrio podem ser escritas para a geometria indeformada (original) da estrutura.

Considerando o sistema principal utilizado para análise da estrutura pelo Método das Forças, determine os diagramas de momentos fletores para:
a) Caso básico - caso (0).
b) Caso básico - caso (1).

 

Etapa 3
Dentro da metodologia do Método das Forças, a superposição dos casos básicos é utilizada para recompor as condições de compatibilidade que foram violadas na criação do SP. Para tanto, somam-se os valores das descontinuidades de deslocamentos axial e transversal e de rotação, e impõe-se que as somas tenham valores nulos. Isso resulta em um sistema de compatibilidade.

a) Escreva o sistema de compatibilidade.
b) Determine o Hiperestático X1, conforme representado na Figura 2.

Etapa 4
Após a determinação do diagrama de momentos fletores fornecido para a estrutura hiperestática, do sistema principal e dos valores das incógnitas (hiperestáticos), que resultaram da solução da estrutura pelo Método das Forças, encontre a superposição dos casos básicos, considerando os valores dos hiperestáticos encontrados.

Apresente:
-O cálculo do momento fletor máximo e mínimo.
-Diagrama de momento fletor da estrutura.

Anexos


http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301524_572057_3.png

 

a) Diferencie estruturas isostáticas, hipoestática e hiperestática.

  

ATIVIDADE 1 - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

QUESTÃO 1

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Na avaliação de qualquer estrutura, é fundamental considerar sua estabilidade e condição de vinculação. Isso implica em analisar se a quantidade e os tipos de vínculos são adequados para prevenir movimentações indesejadas na estrutura (Calviglione, 2021).

Fonte: CAVIGLIONE, G. T. Teoria das Estruturas II. Maringá: Unicesumar, 2021.


Você, futuro(a) engenheiro(a), desenvolverá nesta Atividade de Estudo (AE1), atividade discursiva de envio de anexo, a consolidação dos conceitos iniciais da análise estrutural das estruturas nomeadas de estaticamente indeterminadas. Mais do que calcular os números em uma fórmula é importante buscar compreender e interpretar o comportamento da estrutura. Dessa forma, responda o que se pede: 

a) Diferencie estruturas isostáticas, hipoestática e hiperestática.
b) Diferencie apoio de primeiro, segundo e terceiro gênero. Faça a representação de cada apoio com suas respectivas reações. 

ATIVIDADE 1 - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

 

ATIVIDADE 1 - ECIV - TEORIA DAS ESTRUTURAS II - 51_2026

QUESTÃO 1

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Na avaliação de qualquer estrutura, é fundamental considerar sua estabilidade e condição de vinculação. Isso implica em analisar se a quantidade e os tipos de vínculos são adequados para prevenir movimentações indesejadas na estrutura (Calviglione, 2021).

Fonte: CAVIGLIONE, G. T. Teoria das Estruturas II. Maringá: Unicesumar, 2021.


Você, futuro(a) engenheiro(a), desenvolverá nesta Atividade de Estudo (AE1), atividade discursiva de envio de anexo, a consolidação dos conceitos iniciais da análise estrutural das estruturas nomeadas de estaticamente indeterminadas. Mais do que calcular os números em uma fórmula é importante buscar compreender e interpretar o comportamento da estrutura. Dessa forma, responda o que se pede: 

a) Diferencie estruturas isostáticas, hipoestática e hiperestática.
b) Diferencie apoio de primeiro, segundo e terceiro gênero. Faça a representação de cada apoio com suas respectivas reações. 

a) Cite, na sequência, as principais etapas do processo de execução de estacas raiz. Sinta-se à vontade caso deseje explicar algum processo necessário além do apresentado no experimento virtual ou detalhar as etapas conforme suas experiências e conhecimentos.

 

MAPA - ECIV - FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA - 51_2026

QUESTÃO 1

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M.A.P.A – FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA

CURSOS HÍBRIDOS | ENGENHARIA CIVIL


ETAPA 1

Você, futuro engenheiro, foi designado para realizar o dimensionamento de uma fundação profunda em estacas. Para isso, será utilizada uma estaca pré-moldada com fuste de seção circular de concreto, com diâmetro de 35 cm, que receberá 500 kN de carga da superestrutura. Utilizando o método de Aoki e Velloso, determine os itens solicitados a seguir. As características geotécnicas do solo são apresentadas a seguir:

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301431_638299_1.png
Figura 1 - SPT e perfil do solo local
Fonte: o autor.
 
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301431_638299_2.png
Figura 2 - Capacidade de carga de elementos de fundação
Fonte: adaptada de: ALONSO, U. R. Exercícios de fundações. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2010. p. 76.
 
a) Qual a capacidade de carga para esse tipo de estaca conforme as informações fornecidas nos dados apresentados na Figura 2?
b) Calcule o perímetro da estaca (cm) e a área da base da estaca (cm²). Utilize π = 3,14 e 2 casas decimais para os resultados.
c) Elabore uma tabela ou planilha e calcule a capacidade de carga do solo a partir do perfil fornecido na figura 1. Utilize F1 e F2 conforme as tabelas do livro didático e fator de segurança FS = 2,0.
Dica: a planilha pode ser feita à mão ou em software (Excel)Recomenda-se descrever de forma manual na entrega da atividade ao menos uma das linhas de cálculo para efeitos de correção da atividade. O resultado pode ser entregue em formato de print no arquivo de texto ou como planilha eletrônica em anexo. Utilize π = 3,14 e 2 casas decimais para os resultados.
 
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301431_638299_3.png
Figura 3 - Sugestão de modelo de planilha
Fonte: o autor.

Em que:
Prof.: profundidade da sondagem.
N (SPT): resultado da sondagem.
K: coeficiente da correlação entre a resistência de cone e a resistência à penetração do SPT (dica: utilizar tabela do livro didático, convertendo os valores).
Rp: resistência de ponta.
Alfa: coeficiente da relação de atrito (dica: utilizar tabela do livro didático, multiplicando por 100 para obter em percentual).
RL Unit: resistência lateral unitária (por metro).
RL ac.: resistência lateral acumulada.
R: resistência total para cada metro.
P adm: resistência admissível em função do coeficiente de segurança.
FS: fator de segurança.
F1 e F2: fatores de carga.
Ap: área da ponta da estaca.
P: perímetro da estaca.
 
d) Determine a profundidade (m) necessária para garantir a transmissão segura da carga resultante da superestrutura.

ETAPA 2
Um futuro engenheiro deve conhecer as etapas práticas da execução de fundações. A respeito das fundações em estaca raiz, você deverá ser capaz de reconhecer as principais características de sua execução, identificar as vantagens da sua aplicação em obras e avaliar quais os melhores cenários a se aplicar esta solução.
Para ampliar essa familiaridade com esses itens, você tem à disposição os laboratórios virtuais em seu ambiente Studeo. Após a realização do experimento denominado “Fundações e Obras da Terra: Procedimento Sequencial de Execução de Estaca Raiz”, responda com as suas palavras:

a) Cite, na sequência, as principais etapas do processo de execução de estacas raiz. Sinta-se à vontade caso deseje explicar algum processo necessário além do apresentado no experimento virtual ou detalhar as etapas conforme suas experiências e conhecimentos.
b) Explique com suas palavras as principais características dessa solução de fundação em relação aos seguintes itens: tipo (rasa ou profunda), processo produtivo (pré-fabricada ou feita in loco), se o material do solo é retirado ou não, suas vantagens e os cuidados gerais que devem ser tomados na sua execução.

 

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