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14 de mar. de 2026

MAPA - INFORMÁTICA INDUSTRIAL - 51_2026

 

MAPA - INFORMÁTICA INDUSTRIAL - 51_2026

QUESTÃO 1

MV-ASSESSORIA

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M.A.P.A. - INFORMÁTICA INDUSTRIAL – 51/2025

 

FASE 1 - Automação Processo de Mistura
 
“A linguagem SFC, conhecida também como Grafcet, é uma linguagem extremamente poderosa, fato que levou a grande maioria dos fabricantes a adotarem-na como opção para a programação de seus CLPs de médio porte" (Parr, 2003 apud Barros, 2021, p. 135).
 
Fonte: BARROS, T. T. T. Informática industrial. Maringá: UniCesumar, 2021.
 
A norma IEC 61131-3 (2003) descreve a linguagem SFC como indicada para dividir uma tarefa de controle em partes que podem ser executadas, sequencialmente, ou, paralelamente, enfatizando a importância da linguagem em auxiliar na estruturação de programas para CLPs.

Funcionamento do processo
Um processo de mistura é composto de dois silos que contêm dois produtos A e B pesados em um recipiente C. Um misturador M permite obter a homogeneização da mistura formada por esses produtos por meio da rotação de uma hélice.
O ciclo de funcionamento do processo deve ocorrer da seguinte forma:
- Para início do processo é necessário um comando no botão de partida P e que a balança esteja zerada, Z=0.
- Após início do ciclo, a válvula VA, que se encontra abaixo do silo A, é aberta e o produto A é inserido no recipiente C para ser pesado. Quando o peso determinado for atingido, a balança envia um sinal A=1. Nesse momento, a válvula VA deve ser fechada.
​- Na sequência, o produto B começa a ser inserido no recipiente C através da abertura da válvula VB. Quando o peso determinado for atingido, a balança envia um sinal de saída B=1 e a válvula VB é fechada.
- Após a pesagem dos produtos A e B, a válvula VC deve ser aberta para escoar os produtos do recipiente C, até que a balança seja zerada, enviando um sinal Z=0, e então, fechar a válvula VC.
​- Após o escoamento total dos produtos do recipiente C, o misturador deve ser acionado por 20 segundos. Após esse tempo, o motor do misturador deve parar e esvazia-se o misturador por meio da abertura da válvula VM, que permanece aberta por dez segundos.
- Ao concluir o processo de escoamento do misturador, o sistema aguarda o início de um novo ciclo.
​A figura a seguir ilustra o processo descrito:
https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301435_637906_1.jpg

Figura 1 - Processo de Mistura
Fonte: adaptado de: FRANCHI, C. M.; CAMARGO, V. L. A. Controladores Lógicos Programáveis. 2. ed. São Paulo: Érica, 2009. p. 282

QUESTÕES:
1.a) Conforme o processo apresentado, descreva quais são as entradas e saídas do sistema de automação proposto.
1.b) Desenvolva um diagrama em linguagem SFC para o funcionamento do processo de mistura descrito no problema (anexar imagem do diagrama).
1.c) Descreva as ações que ocorrem em cada etapa do diagrama apresentado.



FASE 2 - AUTOMAÇÃO PROCESSO DE ENVASAMENTO DE LEITE
"A linguagem ladder é uma das linguagens de programação de CLPs mais utilizada, principalmente pelo fato de possuir grande semelhança com os diagramas elétricos industriais e por ser desenvolvida a partir de símbolos gráficos de fácil compreensão para os profissionais que dominavam o controle lógico a relé" (Petruzella, 2014, p. 76).

Fonte: PETRUZELLA, F. F. Controladores lógicos programáveis. 4. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.

O termo ladder vem da mesma palavra em inglês, que significa escada, e o diagrama gráfico gerado, por sua vez, possui o formato de uma escada; na qual as laterais correspondem aos barramentos de alimentação e nos degraus estão os elementos como contatos e bobinas.
Ao fazer a programação em ladder, deve-se analisar algumas especificidades, considerando cinco fases para a correta programação utilizando esta linguagem:
1. Listar as entradas e saídas do sistema e introduzir os comentários associados. Por exemplo: sensores, botoeiras de acionamento etc.
2. Listar as funções de automatismo a efetuar: contagem, temporização, programação diária etc.
3. Realizar cada função, considerando os dados de entrada e saída junto aos parâmetros de regulação.
4. Comentar cada função, indicando o que é feito para facilitar o entendimento do processo e análise de erros.
5. Testar cada função utilizando a ferramenta de simulação.

Funcionamento do processo
Você é responsável por implementar a automação de uma pequena parte de um processo de envasamento de leite. Nesse processo, você controlará tanto o nível do reservatório da matéria-prima como o acionamento da esteira e o envasamento da embalagem.
O processo todo será acionado por meio de uma chave seletora. Após essa chave estar ao nível lógico alto (ligada), a seguinte lógica deve ocorrer:
Para o controle do nível no reservatório, você terá dois sensores de nível, um na parte inferior e outro na parte superior do reservatório; caso o sensor da parte inferior (SI) sinalize não haver mais líquido sobre ele, uma bomba elétrica (B1) deve ser acionada para o enchimento do reservatório; quando o sensor superior (SS) indicar a presença e líquido, essa bomba deve ser desativada.
Para o controle do envasamento, temos uma esteira acionada por um motor elétrico (M1). Essa esteira estará ativa até que o sensor de presença (SP) ative, indicando que a embalagem está na posição correta para o preenchimento com o líquido do reservatório. Um temporizador contará 2 segundos a partir da chegada da embalagem e, após isso, ativará outra bomba elétrica (B2) que encherá a embalagem. Conforme a vazão da bomba e a capacidade da embalagem, você estabeleceu que a bomba B2 deve ficar ativa por 5 segundos para encher a embalagem até o nível estipulado.
Após o enchimento, um operador retira a embalagem da esteira, liberando o sensor de presença SP e reativando o motor elétrico M1.
Algumas considerações para o funcionamento do processo:
- O processo deve ser desativado a qualquer momento por um botão de emergência.
- A bomba B2 e o motor M1 não podem estar ativos ao mesmo tempo.
- Caso o sensor de presença SP seja desativado durante as temporizações, a bomba B2 não pode ser ligada.

O sistema descrito é ilustrado pela figura a seguir:

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301435_637906_2.jpg
Figura 2- Sistema de controle de nível do reservatório, acionamento de esteira e envase da embalagem


QUESTÕES
2.a) 
Liste as entradas e saídas do sistema proposto.
2.b) Utilize o software ZelioSoft para programar, em linguagem ladder, a automação do processo, conforme funcionamento descrito anteriormente (anexar a imagem do diagrama desenvolvido).
2.c) Utilize a bancada de instalações elétricas industriais no Laboratório Prático Integrado para verificar o funcionamento do sistema. Nessa questão você deverá anexar fotos comprobatórias da prática realizada:
i. Foto da bancada com as conexões elétricas feitas, conforme esquemático a seguir.
ii. Visor do CLP no modo de execução (RUN). Ao Lado do CLP uma folha de papel com seu nome, RA e data da realização da prática.
iii. Foto da bancada com cada uma das lâmpadas do processo acesas.



Instruções para utilização da bancada:
Para realizar o experimento, considerar os seguintes componentes para simular o sistema:
CLP SR2B121BD
Chave seletora: Chave Seletora 3P
SI: Sensor de nível baixo
SS: Sensor de nível alto
B1: Luz amarela
M1: Luz vermelha
SP: Sensor fim de curso
B2: Luz verde
Botão de emergência

As conexões elétricas na bancada/CLP devem ser feitas conforme esquemático a seguir:
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301435_637906_3.jpg
Figura 3 - Diagrama para implementação na bancada

13 de mar. de 2026

1.a) Elabore a tabela verdade que representa o funcionamento do sistema combinacional descrito.

  

ATIVIDADE 1 - INFORMÁTICA INDUSTRIAL - 51_2026

 

QUESTÃO 1

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ATIVIDADE DE ESTUDO 1 - INFORMÁTICA INDUSTRIAL


1- Uma prensa hidráulica possui um conjunto de sensores e atuadores responsáveis por monitorar e executar as operações de prensagem. A lógica do sistema é implementada para controlar as saídas com base no estado das entradas.
Os elementos do sistema que compõem a prensa hidráulica são:
I1 – Sensor de posição inicial: indica se a prensa está na posição inicial.
I2 – Sensor de presença de peça: detecta se uma peça foi colocada na área de trabalho.
I3 – Sensor de segurança: garante que a zona de segurança esteja livre de obstruções.
I4 – Início de operação: envia o comando para iniciar a prensagem.
Q1 – Motor de descida da prensa: controla a descida da prensa.
Q2 – Motor de subida da prensa: controla o retorno da prensa à posição inicial.
Q3 – Alarme de segurança: ativado quando há uma situação de segurança, interrompendo o funcionamento da prensa.

As condições para acionamento das saídas são:

Q1
A prensa está na posição inicial.
Há peça na área de trabalho.
A zona de segurança está livre.
O comando de início está ativo.

Q2
A prensa não está na posição inicial.
O comando de início foi desativado.
A zona de segurança está livre.

Q3
A zona de segurança não está livre.

Obs.: para todas as condições de acionamento, considerar a zona de segurança livre quando I3 = 1.

1.a) Elabore a tabela verdade que representa o funcionamento do sistema combinacional descrito.
1.b) Apresente a expressão lógica simplificada para cada saída do sistema, obtida através da tabela verdade.
1.c) Apresente a lógica de funcionamento do sistema proposto em diagrama Ladder (utilizar ZelioSoft ou Codesys), conforme as expressões lógicas encontradas.


ATIVIDADE 1 - INFORMÁTICA INDUSTRIAL - 51_2026

 

ATIVIDADE 1 - INFORMÁTICA INDUSTRIAL - 51_2026

 

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ATIVIDADE DE ESTUDO 1 - INFORMÁTICA INDUSTRIAL


1- Uma prensa hidráulica possui um conjunto de sensores e atuadores responsáveis por monitorar e executar as operações de prensagem. A lógica do sistema é implementada para controlar as saídas com base no estado das entradas.
Os elementos do sistema que compõem a prensa hidráulica são:
I1 – Sensor de posição inicial: indica se a prensa está na posição inicial.
I2 – Sensor de presença de peça: detecta se uma peça foi colocada na área de trabalho.
I3 – Sensor de segurança: garante que a zona de segurança esteja livre de obstruções.
I4 – Início de operação: envia o comando para iniciar a prensagem.
Q1 – Motor de descida da prensa: controla a descida da prensa.
Q2 – Motor de subida da prensa: controla o retorno da prensa à posição inicial.
Q3 – Alarme de segurança: ativado quando há uma situação de segurança, interrompendo o funcionamento da prensa.

As condições para acionamento das saídas são:

Q1
A prensa está na posição inicial.
Há peça na área de trabalho.
A zona de segurança está livre.
O comando de início está ativo.

Q2
A prensa não está na posição inicial.
O comando de início foi desativado.
A zona de segurança está livre.

Q3
A zona de segurança não está livre.

Obs.: para todas as condições de acionamento, considerar a zona de segurança livre quando I3 = 1.

1.a) Elabore a tabela verdade que representa o funcionamento do sistema combinacional descrito.
1.b) Apresente a expressão lógica simplificada para cada saída do sistema, obtida através da tabela verdade.
1.c) Apresente a lógica de funcionamento do sistema proposto em diagrama Ladder (utilizar ZelioSoft ou Codesys), conforme as expressões lógicas encontradas.


A matriz QFD (Quality Function Deployment) pode ser aplicada no desenvolvimento de produtos e serviços e tem como objetivo mensurar as necessidades dos clientes,

  

MAPA - ENGENHARIA DO PRODUTO - 51_2026

 

QUESTÃO 1

MV-ASSESSORIA

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DISCIPLINA: ENGENHARIA DO PRODUTO



MAPA - ENGENHARIA DO PRODUTO 

Inteligência Artificial: Facilitando a Vida Cotidiana
A inteligência artificial (IA) tem se consolidado como uma das inovações mais transformadoras do século XXI, impactando diversas áreas da vida cotidiana. De assistentes virtuais que otimizam tarefas domésticas a tecnologias que melhoram a mobilidade urbana, a IA está presente em produtos que tornam o dia a dia mais prático, eficiente e acessível.

Assistentes Virtuais e Automação Doméstica
Um dos exemplos mais populares de IA no cotidiano são os assistentes virtuais, como Alexa, Google Assistant e Siri. Essas ferramentas respondem a comandos de voz, permitindo desde a execução de músicas e configuração de alarmes até o controle de dispositivos inteligentes. A automação doméstica, integrada a essas tecnologias, oferece soluções como ajuste automático da iluminação, controle de temperatura e até segurança, com câmeras que reconhecem rostos e notificam atividades suspeitas.

Mobilidade e Navegação
No setor de mobilidade, a IA revolucionou a forma como nos deslocamos. Aplicativos de transporte, como Uber e 99, utilizam algoritmos para otimizar rotas, prever o tempo de chegada e ajustar preços em tempo real. Além disso, carros autônomos, ainda em desenvolvimento, prometem reduzir acidentes ao interpretar dados do trânsito e tomar decisões em frações de segundo.

Saúde e Bem-Estar
Na área da saúde, dispositivos inteligentes, como relógios e pulseiras fitness, utilizam IA para monitorar sinais vitais, qualidade do sono e níveis de atividade física. Esses produtos ajudam pessoas a acompanharem sua saúde de forma contínua e preventiva. Além disso, aplicativos de diagnóstico baseados em IA oferecem orientações iniciais para sintomas relatados, conectando os usuários a especialistas quando necessário.

Educação e Trabalho
Na educação, plataformas de aprendizado on-line utilizam IA para criar experiências personalizadas, adaptando os conteúdos ao ritmo e às necessidades do aluno. No ambiente de trabalho, ferramentas como o ChatGPT automatizam tarefas repetitivas, criam textos e auxiliam na tomada de decisão, aumentando a produtividade e permitindo que as pessoas foquem em atividades mais criativas e estratégicas.

Inclusão e Acessibilidade
A IA também desempenha um papel importante na inclusão social, oferecendo soluções que quebram barreiras. Exemplos incluem tradutores de linguagem de sinais, leitores de texto para deficientes visuais e legendas automáticas para deficientes auditivos. Esses produtos garantem maior autonomia e acessibilidade para pessoas com deficiência, ampliando sua participação na sociedade.

Desafios e o Futuro da IA no Cotidiano
Embora a IA traga inúmeros benefícios, ela também apresenta desafios, como questões éticas, privacidade de dados e o impacto no mercado de trabalho. No entanto, à medida que a tecnologia avança, a tendência é que os produtos baseados em IA se tornem ainda mais intuitivos e integrados à rotina, transformando a maneira como vivemos, trabalhamos e interagimos com o mundo ao nosso redor.
A inteligência artificial já deixou de ser uma promessa distante e tornou-se uma aliada essencial no cotidiano. Ao facilitar tarefas, conectar pessoas e ampliar possibilidades, a IA continua a transformar a vida das pessoas, mostrando que o futuro da tecnologia é, acima de tudo, humano.

A Importância e os Desafios de Criar Produtos Inovadores com IA
O desenvolvimento de produtos com inteligência artificial não é apenas uma oportunidade de simplificar tarefas e melhorar a qualidade de vida, mas também um desafio de inovar continuamente. Criar algo novo exige criatividade, pesquisa e um profundo entendimento das necessidades dos usuários. Além disso, a integração de IA em produtos exige cuidado ético, transparência e responsabilidade. A busca por soluções inovadoras não se limita a aprimorar o que já existe, mas envolve também transformar a forma como a tecnologia pode gerar impacto positivo, fortalecendo a conexão entre inovação tecnológica e o bem-estar humano.



DESAFIO: Análise e Desenvolvimento de Produto com Inteligência Artificial

OBJETIVO:
Escolher um produto específico que utilize inteligência artificial (IA) e realizar uma análise detalhada das necessidades dos usuários, requisitos do produto e benchmarking competitivo, utilizando ferramentas de gestão de qualidade e design de produtos. E, no final, criar uma proposta de produto inovador com IA integrada, desenvolvendo um protótipo utilizando ferramentas de inteligência artificial.

ETAPA 1: Compreendendo o Cliente
As necessidades dos clientes são dinâmicas, impossibilitando a criação de uma lista definitiva dessas demandas. É evidente que o mercado é influenciado por fatores como novas tecnologias, surgimento de competidores e flutuações na taxa de câmbio, entre outros. Diante desse cenário, os clientes desenvolvem expectativas e necessidades, enquanto os produtos existentes podem perder atratividade. Ouvir atentamente o cliente é essencial para aprimorar suas necessidades e criar soluções alinhadas às expectativas. Além de compreender, é crucial surpreender. Ao buscar entender as reais necessidades por meio da voz dos clientes, é imperativo desenvolver os elementos necessários para identificar suas verdadeiras demandas.
 
1.1 Investigação das Necessidades dos Usuários
Nesta fase, é crucial adquirir uma compreensão empática do problema que se busca resolver, geralmente por meio da pesquisa direta com os usuários. A empatia desempenha um papel fundamental em um processo de design centrado no ser humano, como o Design Thinking, pois permite deixar de lado as próprias suposições, proporcionando uma visão autêntica dos usuários e de suas necessidades. Logo, o objetivo desta etapa é entender as necessidades dos usuários que utilizam o produto escolhido.

Atividades esperadas:
Identificação do público-alvo:
Pesquisar o público-alvo do produto escolhido.
Definir características demográficas, comportamentais e psicográficas dos usuários.

Criação da Persona:
Com base na pesquisa, criar uma ou mais personas (representações fictícias do cliente ideal).
Incluir detalhes como nome, idade e ocupação.

Objetivos e desafios.
Comportamentos e preferências de consumo.
Como o produto pode atender às suas necessidades.

Identificação das necessidades:
Listar as principais necessidades e desejos dos clientes que o produto atende.
Explorar como a IA contribui para solucionar problemas específicos dos usuários.

Dicas para criação da persona:
Realizar entrevistas ou pesquisas online com usuários reais do produto.
Estudar avaliações e comentários em plataformas de e-commerce ou fóruns especializados.
Utilizar ferramentas on-line para criação de personas, como modelos e templates gratuitos.
 
1.2 Tabela de Necessidades dos Clientes
Listar as necessidades identificadas em uma tabela que contenha as seguintes colunas:
Necessidade identificada.
Prioridade (Alta, Média ou Baixa).
Forma como o produto atende à necessidade.
 
ETAPA 2: Projeto Informacional
A etapa de projeto informacional é constituída pelo início ao projeto do produto, em que as ideias pensadas anteriormente começam a ser materializadas e documentadas. Os requisitos dos produtos são levantados e avaliados a partir da necessidade do público-alvo, de forma a atender ao mercado com o máximo de eficiência.

2.1 Requisitos do produto
A obtenção dos requisitos com base nas necessidades levantadas pelos clientes se constitui na primeira decisão física sobre o produto que é projetado e, assim, possibilita parâmetros mensuráveis, associados a características definitivas que o produto terá, constituindo um momento importante para o projeto.

Passos para a realização da tarefa:
Identificar os Requisitos Funcionais e Não Funcionais
Liste pelo menos 10 requisitos do produto, dividindo-os em:
Funcionais: características que definem o que o produto deve fazer (ex.: responder a comandos de voz, gerar relatórios automatizados).
Não funcionais: características relacionadas a como o produto deve operar (ex.: desempenho, segurança, confiabilidade, design).

Criar uma Tabela de Requisitos e Necessidades
Monte uma tabela que inclua:
Os 10 requisitos identificados.
O grau de importância de 10 necessidades dos clientes que o produto deve atender, em uma escala (ex.: Baixa, Média, Alta).
Modelo da Tabela:
https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301385_637127_1.png

Análise Final

Relacione como cada requisito atende às necessidades dos clientes.
Avalie quais requisitos têm maior impacto e prioridade para o desenvolvimento do produto.
 
2.2 Matriz Casa da Qualidade (QFD): benchmarking competitivo
A matriz QFD (Quality Function Deployment) pode ser aplicada no desenvolvimento de produtos e serviços e tem como objetivo mensurar as necessidades dos clientes, de forma que a organização consiga estudar essas necessidades, fazer comparações e ordenações de acordo com a relevância. O benchmarking competitivo é o campo da matriz QFD, em que se torna possível identificar a situação atual do produto com relação a concorrentes e, até mesmo, produtos similares lançados pela empresa.
 
Construir uma matriz QFD para analisar o alinhamento entre as necessidades dos clientes e os requisitos do produto.
Incluir uma análise de benchmarking competitivo, comparando o produto escolhido com pelo menos dois concorrentes.

Passos para o QFD:
Listar as necessidades dos clientes identificadas na Etapa 1.
Relacionar essas necessidades aos requisitos técnicos do produto.
Comparar o desempenho do produto escolhido com 3 concorrentes em cada requisito técnico.
Identificar oportunidades de melhoria com base no benchmarking.

Exemplo de modelo:
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301385_637127_2.png


ETAPA 3: Criação de um Produto com IA Integrada
O objetivo desta etapa é propor e prototipar um produto inovador que utilize inteligência artificial.

3.1 Desenvolvimento do Produto
Identificar um problema ou necessidade no dia a dia que possa ser resolvido com IA.
Propor um produto inovador, descrevendo:
O problema identificado.
O público-alvo.
Como a IA será integrada ao produto.
Benefícios esperados.

3.2 Prototipagem com Ferramentas de Inteligência Artificial (Imagem ou Vídeo)
Criar um protótipo básico do produto (imagem) proposto utilizando ferramentas como:
ChatGPT ou similares para simulação de interações.
Plataformas de prototipagem visual, como Figma ou Canva, para representar a interface.
Ferramentas específicas de IA (ex.: AutoML para modelos preditivos ou DALL-E para design visual).

 


MAPA - ENGENHARIA DO PRODUTO - 51_2026

 

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DISCIPLINA: ENGENHARIA DO PRODUTO



MAPA - ENGENHARIA DO PRODUTO 

Inteligência Artificial: Facilitando a Vida Cotidiana
A inteligência artificial (IA) tem se consolidado como uma das inovações mais transformadoras do século XXI, impactando diversas áreas da vida cotidiana. De assistentes virtuais que otimizam tarefas domésticas a tecnologias que melhoram a mobilidade urbana, a IA está presente em produtos que tornam o dia a dia mais prático, eficiente e acessível.

Assistentes Virtuais e Automação Doméstica
Um dos exemplos mais populares de IA no cotidiano são os assistentes virtuais, como Alexa, Google Assistant e Siri. Essas ferramentas respondem a comandos de voz, permitindo desde a execução de músicas e configuração de alarmes até o controle de dispositivos inteligentes. A automação doméstica, integrada a essas tecnologias, oferece soluções como ajuste automático da iluminação, controle de temperatura e até segurança, com câmeras que reconhecem rostos e notificam atividades suspeitas.

Mobilidade e Navegação
No setor de mobilidade, a IA revolucionou a forma como nos deslocamos. Aplicativos de transporte, como Uber e 99, utilizam algoritmos para otimizar rotas, prever o tempo de chegada e ajustar preços em tempo real. Além disso, carros autônomos, ainda em desenvolvimento, prometem reduzir acidentes ao interpretar dados do trânsito e tomar decisões em frações de segundo.

Saúde e Bem-Estar
Na área da saúde, dispositivos inteligentes, como relógios e pulseiras fitness, utilizam IA para monitorar sinais vitais, qualidade do sono e níveis de atividade física. Esses produtos ajudam pessoas a acompanharem sua saúde de forma contínua e preventiva. Além disso, aplicativos de diagnóstico baseados em IA oferecem orientações iniciais para sintomas relatados, conectando os usuários a especialistas quando necessário.

Educação e Trabalho
Na educação, plataformas de aprendizado on-line utilizam IA para criar experiências personalizadas, adaptando os conteúdos ao ritmo e às necessidades do aluno. No ambiente de trabalho, ferramentas como o ChatGPT automatizam tarefas repetitivas, criam textos e auxiliam na tomada de decisão, aumentando a produtividade e permitindo que as pessoas foquem em atividades mais criativas e estratégicas.

Inclusão e Acessibilidade
A IA também desempenha um papel importante na inclusão social, oferecendo soluções que quebram barreiras. Exemplos incluem tradutores de linguagem de sinais, leitores de texto para deficientes visuais e legendas automáticas para deficientes auditivos. Esses produtos garantem maior autonomia e acessibilidade para pessoas com deficiência, ampliando sua participação na sociedade.

Desafios e o Futuro da IA no Cotidiano
Embora a IA traga inúmeros benefícios, ela também apresenta desafios, como questões éticas, privacidade de dados e o impacto no mercado de trabalho. No entanto, à medida que a tecnologia avança, a tendência é que os produtos baseados em IA se tornem ainda mais intuitivos e integrados à rotina, transformando a maneira como vivemos, trabalhamos e interagimos com o mundo ao nosso redor.
A inteligência artificial já deixou de ser uma promessa distante e tornou-se uma aliada essencial no cotidiano. Ao facilitar tarefas, conectar pessoas e ampliar possibilidades, a IA continua a transformar a vida das pessoas, mostrando que o futuro da tecnologia é, acima de tudo, humano.

A Importância e os Desafios de Criar Produtos Inovadores com IA
O desenvolvimento de produtos com inteligência artificial não é apenas uma oportunidade de simplificar tarefas e melhorar a qualidade de vida, mas também um desafio de inovar continuamente. Criar algo novo exige criatividade, pesquisa e um profundo entendimento das necessidades dos usuários. Além disso, a integração de IA em produtos exige cuidado ético, transparência e responsabilidade. A busca por soluções inovadoras não se limita a aprimorar o que já existe, mas envolve também transformar a forma como a tecnologia pode gerar impacto positivo, fortalecendo a conexão entre inovação tecnológica e o bem-estar humano.



DESAFIO: Análise e Desenvolvimento de Produto com Inteligência Artificial

OBJETIVO:
Escolher um produto específico que utilize inteligência artificial (IA) e realizar uma análise detalhada das necessidades dos usuários, requisitos do produto e benchmarking competitivo, utilizando ferramentas de gestão de qualidade e design de produtos. E, no final, criar uma proposta de produto inovador com IA integrada, desenvolvendo um protótipo utilizando ferramentas de inteligência artificial.

ETAPA 1: Compreendendo o Cliente
As necessidades dos clientes são dinâmicas, impossibilitando a criação de uma lista definitiva dessas demandas. É evidente que o mercado é influenciado por fatores como novas tecnologias, surgimento de competidores e flutuações na taxa de câmbio, entre outros. Diante desse cenário, os clientes desenvolvem expectativas e necessidades, enquanto os produtos existentes podem perder atratividade. Ouvir atentamente o cliente é essencial para aprimorar suas necessidades e criar soluções alinhadas às expectativas. Além de compreender, é crucial surpreender. Ao buscar entender as reais necessidades por meio da voz dos clientes, é imperativo desenvolver os elementos necessários para identificar suas verdadeiras demandas.
 
1.1 Investigação das Necessidades dos Usuários
Nesta fase, é crucial adquirir uma compreensão empática do problema que se busca resolver, geralmente por meio da pesquisa direta com os usuários. A empatia desempenha um papel fundamental em um processo de design centrado no ser humano, como o Design Thinking, pois permite deixar de lado as próprias suposições, proporcionando uma visão autêntica dos usuários e de suas necessidades. Logo, o objetivo desta etapa é entender as necessidades dos usuários que utilizam o produto escolhido.

Atividades esperadas:
Identificação do público-alvo:
Pesquisar o público-alvo do produto escolhido.
Definir características demográficas, comportamentais e psicográficas dos usuários.

Criação da Persona:
Com base na pesquisa, criar uma ou mais personas (representações fictícias do cliente ideal).
Incluir detalhes como nome, idade e ocupação.

Objetivos e desafios.
Comportamentos e preferências de consumo.
Como o produto pode atender às suas necessidades.

Identificação das necessidades:
Listar as principais necessidades e desejos dos clientes que o produto atende.
Explorar como a IA contribui para solucionar problemas específicos dos usuários.

Dicas para criação da persona:
Realizar entrevistas ou pesquisas online com usuários reais do produto.
Estudar avaliações e comentários em plataformas de e-commerce ou fóruns especializados.
Utilizar ferramentas on-line para criação de personas, como modelos e templates gratuitos.
 
1.2 Tabela de Necessidades dos Clientes
Listar as necessidades identificadas em uma tabela que contenha as seguintes colunas:
Necessidade identificada.
Prioridade (Alta, Média ou Baixa).
Forma como o produto atende à necessidade.
 
ETAPA 2: Projeto Informacional
A etapa de projeto informacional é constituída pelo início ao projeto do produto, em que as ideias pensadas anteriormente começam a ser materializadas e documentadas. Os requisitos dos produtos são levantados e avaliados a partir da necessidade do público-alvo, de forma a atender ao mercado com o máximo de eficiência.

2.1 Requisitos do produto
A obtenção dos requisitos com base nas necessidades levantadas pelos clientes se constitui na primeira decisão física sobre o produto que é projetado e, assim, possibilita parâmetros mensuráveis, associados a características definitivas que o produto terá, constituindo um momento importante para o projeto.

Passos para a realização da tarefa:
Identificar os Requisitos Funcionais e Não Funcionais
Liste pelo menos 10 requisitos do produto, dividindo-os em:
Funcionais: características que definem o que o produto deve fazer (ex.: responder a comandos de voz, gerar relatórios automatizados).
Não funcionais: características relacionadas a como o produto deve operar (ex.: desempenho, segurança, confiabilidade, design).

Criar uma Tabela de Requisitos e Necessidades
Monte uma tabela que inclua:
Os 10 requisitos identificados.
O grau de importância de 10 necessidades dos clientes que o produto deve atender, em uma escala (ex.: Baixa, Média, Alta).
Modelo da Tabela:
https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301385_637127_1.png

Análise Final

Relacione como cada requisito atende às necessidades dos clientes.
Avalie quais requisitos têm maior impacto e prioridade para o desenvolvimento do produto.
 
2.2 Matriz Casa da Qualidade (QFD): benchmarking competitivo
A matriz QFD (Quality Function Deployment) pode ser aplicada no desenvolvimento de produtos e serviços e tem como objetivo mensurar as necessidades dos clientes, de forma que a organização consiga estudar essas necessidades, fazer comparações e ordenações de acordo com a relevância. O benchmarking competitivo é o campo da matriz QFD, em que se torna possível identificar a situação atual do produto com relação a concorrentes e, até mesmo, produtos similares lançados pela empresa.
 
Construir uma matriz QFD para analisar o alinhamento entre as necessidades dos clientes e os requisitos do produto.
Incluir uma análise de benchmarking competitivo, comparando o produto escolhido com pelo menos dois concorrentes.

Passos para o QFD:
Listar as necessidades dos clientes identificadas na Etapa 1.
Relacionar essas necessidades aos requisitos técnicos do produto.
Comparar o desempenho do produto escolhido com 3 concorrentes em cada requisito técnico.
Identificar oportunidades de melhoria com base no benchmarking.

Exemplo de modelo:
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_301385_637127_2.png


ETAPA 3: Criação de um Produto com IA Integrada
O objetivo desta etapa é propor e prototipar um produto inovador que utilize inteligência artificial.

3.1 Desenvolvimento do Produto
Identificar um problema ou necessidade no dia a dia que possa ser resolvido com IA.
Propor um produto inovador, descrevendo:
O problema identificado.
O público-alvo.
Como a IA será integrada ao produto.
Benefícios esperados.

3.2 Prototipagem com Ferramentas de Inteligência Artificial (Imagem ou Vídeo)
Criar um protótipo básico do produto (imagem) proposto utilizando ferramentas como:
ChatGPT ou similares para simulação de interações.
Plataformas de prototipagem visual, como Figma ou Canva, para representar a interface.
Ferramentas específicas de IA (ex.: AutoML para modelos preditivos ou DALL-E para design visual).

 


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