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12 de mai. de 2026

Com base no texto sobre práticas avançadas no desenvolvimento Android, explique como o domínio de práticas avançadas, como o uso de Dagger Hilt, a integração de API externas e a aplicação de testes com JUnit e Espresso, contribui para o desenvolvimento de aplicativos Android com Kotlin voltados às demandas do mercado atual.

  

ATIVIDADE 1 - ESOFT - PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS - 52_2026


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"À medida que os desenvolvedores aprimoram suas habilidades em Kotlin e aprofundam seu conhecimento em desenvolvimento Android, enfrentam desafios mais complexos e exploram práticas avançadas. A implementação de padrões de design, como injeção de dependência com Dagger Hilt, proporciona uma arquitetura mais modular e flexível. Além disso, a integração de APIs externas, gerenciamento de permissões e a consideração de padrões de segurança tornam-se aspectos cruciais na criação de aplicativos robustos e seguros" (Senne, 2025, p. 34).

Fonte: SENNE, E. A. Programação para dispositivos móveis. Florianópolis: Arqué, 2025.

Com o avanço dos estudos em Kotlin e no desenvolvimento de aplicativos Android, espera-se que o desenvolvedor domine não apenas os fundamentos da linguagem, mas também práticas avançadas que garantam a qualidade, a segurança e a escalabilidade dos projetos. Entre essas práticas estão a utilização de padrões de projeto, como a injeção de dependência com Dagger Hilt, que contribui para uma arquitetura mais organizada e modular.

Além disso, o desenvolvimento de aplicativos robustos exige atenção ao gerenciamento de permissões, à integração com API externas e ao uso de ferramentas de testes automatizados, como JUnit e Espresso. Esses elementos são fundamentais para garantir que o aplicativo seja confiável, seguro e funcione adequadamente em diferentes dispositivos e situações de uso. Nessa atividade, você será convidado a refletir de forma objetiva sobre esses temas e demonstrar sua compreensão sobre práticas essenciais para o desenvolvimento profissional em Android com Kotlin.

Com base no texto sobre práticas avançadas no desenvolvimento Android, explique como o domínio de práticas avançadas, como o uso de Dagger Hilt, a integração de API externas e a aplicação de testes com JUnit e Espresso, contribui para o desenvolvimento de aplicativos Android com Kotlin voltados às demandas do mercado atual.

ATIVIDADE 1 - ESOFT - PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS - 52_2026

 

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"À medida que os desenvolvedores aprimoram suas habilidades em Kotlin e aprofundam seu conhecimento em desenvolvimento Android, enfrentam desafios mais complexos e exploram práticas avançadas. A implementação de padrões de design, como injeção de dependência com Dagger Hilt, proporciona uma arquitetura mais modular e flexível. Além disso, a integração de APIs externas, gerenciamento de permissões e a consideração de padrões de segurança tornam-se aspectos cruciais na criação de aplicativos robustos e seguros" (Senne, 2025, p. 34).

Fonte: SENNE, E. A. Programação para dispositivos móveis. Florianópolis: Arqué, 2025.

Com o avanço dos estudos em Kotlin e no desenvolvimento de aplicativos Android, espera-se que o desenvolvedor domine não apenas os fundamentos da linguagem, mas também práticas avançadas que garantam a qualidade, a segurança e a escalabilidade dos projetos. Entre essas práticas estão a utilização de padrões de projeto, como a injeção de dependência com Dagger Hilt, que contribui para uma arquitetura mais organizada e modular.

Além disso, o desenvolvimento de aplicativos robustos exige atenção ao gerenciamento de permissões, à integração com API externas e ao uso de ferramentas de testes automatizados, como JUnit e Espresso. Esses elementos são fundamentais para garantir que o aplicativo seja confiável, seguro e funcione adequadamente em diferentes dispositivos e situações de uso. Nessa atividade, você será convidado a refletir de forma objetiva sobre esses temas e demonstrar sua compreensão sobre práticas essenciais para o desenvolvimento profissional em Android com Kotlin.

Com base no texto sobre práticas avançadas no desenvolvimento Android, explique como o domínio de práticas avançadas, como o uso de Dagger Hilt, a integração de API externas e a aplicação de testes com JUnit e Espresso, contribui para o desenvolvimento de aplicativos Android com Kotlin voltados às demandas do mercado atual.

1. Definir a descrição PEAS detalhada para o agente de logística reversa mencionado.

  

MAPA - ESOFT - INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - 52_2026


QUESTÃO 1

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A Inteligência Artificial moderna não se limita apenas a algoritmos abstratos, mas à criação de agentes capazes de interagir com o mundo real ou virtual de forma eficiente. No livro-base, é discutido o conceito de agente como uma entidade que percebe seu ambiente por meio de sensores e age sobre ele por meio de atuadores. Imagine um cenário de logística reversa em um centro de distribuição automatizado, onde um robô deve identificar embalagens recicláveis e descartáveis em diferentes salas (setores). O ambiente é parcialmente observável, pois o robô não possui a visão completa de todos os setores simultaneamente, e dinâmico, pois novos resíduos são depositados conforme a operação avança. A eficiência do agente é medida pelo volume de material processado versus o gasto energético de deslocamento entre os setores. Para que o robô tome decisões ótimas, ele não pode ser apenas um agente reativo simples; ele precisa de um estado interno que mapeie as áreas já visitadas e a recorrência de resíduos.

Com base nos conceitos de PEAS (Medida de Desempenho, Ambiente, Atuadores e Sensores) e nos diversos tipos de agentes, você deverá:

1. Definir a descrição PEAS detalhada para o agente de logística reversa mencionado.
2. Classificar o ambiente (Observabilidade, Determinismo, Episodicidade, Estaticidade e Discretude) justificando cada escolha.
3. Elabore um pseudocódigo para um Agente Reativo Baseado em Modelo. A lógica deve utilizar o estado interno para impedir que o robô retorne a uma sala já limpa antes de um tempo determinado (T), priorizando a autonomia energética​

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A Inteligência Artificial moderna não se limita apenas a algoritmos abstratos, mas à criação de agentes capazes de interagir com o mundo real ou virtual de forma eficiente. No livro-base, é discutido o conceito de agente como uma entidade que percebe seu ambiente por meio de sensores e age sobre ele por meio de atuadores. Imagine um cenário de logística reversa em um centro de distribuição automatizado, onde um robô deve identificar embalagens recicláveis e descartáveis em diferentes salas (setores). O ambiente é parcialmente observável, pois o robô não possui a visão completa de todos os setores simultaneamente, e dinâmico, pois novos resíduos são depositados conforme a operação avança. A eficiência do agente é medida pelo volume de material processado versus o gasto energético de deslocamento entre os setores. Para que o robô tome decisões ótimas, ele não pode ser apenas um agente reativo simples; ele precisa de um estado interno que mapeie as áreas já visitadas e a recorrência de resíduos.

Com base nos conceitos de PEAS (Medida de Desempenho, Ambiente, Atuadores e Sensores) e nos diversos tipos de agentes, você deverá:

1. Definir a descrição PEAS detalhada para o agente de logística reversa mencionado.
2. Classificar o ambiente (Observabilidade, Determinismo, Episodicidade, Estaticidade e Discretude) justificando cada escolha.
3. Elabore um pseudocódigo para um Agente Reativo Baseado em Modelo. A lógica deve utilizar o estado interno para impedir que o robô retorne a uma sala já limpa antes de um tempo determinado (T), priorizando a autonomia energética​

a) Por que um Agente Reativo Simples seria incapaz de garantir a segurança no cruzamento desta via?

  

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No estudo dos Agentes Inteligentes, a arquitetura de um agente define como ele processa as percepções do ambiente para gerar ações. O Agente Reativo Simples fundamenta sua operação estritamente em regras de condição-ação, ignorando o histórico de percepções e focando apenas no presente. Entretanto, a maioria dos ambientes reais de computação e robótica é classificada como parcialmente observável. Nesses cenários, os sensores do agente não conseguem captar o estado completo do mundo a cada instante, gerando lacunas de informação que podem levar a decisões catastróficas. Para mitigar essa limitação, a engenharia de IA propõe o Agente Reativo Baseado em Modelo. Esta arquitetura introduz um "estado interno" ou memória, que permite ao sistema manter uma representação de como o mundo evolui de forma independente e como suas próprias ações afetam o ambiente. Assim, mesmo diante de um ponto cego ou falha momentânea de sensor, o agente possui um modelo mental para guiar sua racionalidade.

Com base no texto acima e nos conceitos sobre Inteligência Artificial, analise um cenário de veículos autônomos operando em uma via urbana com pedestres e pontos cegos. Explique, tecnicamente:

a) Por que um Agente Reativo Simples seria incapaz de garantir a segurança no cruzamento desta via?
b) Como a implementação de um Estado Interno resolveria o problema da falta de visibilidade momentânea de um pedestre atrás de um obstáculo?

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