Tecnologia do Blogger.

Text Widget

Search (Don't Edit)

Sample Text

Formulir Kontak

Nome

E-mail *

Mensagem *

Full-Width Version (true/false)

Flickr

Arquivo do blog

Facebook

Translate

Video of the Day

Slider (Add Label Name Here!) (Documentation Required)

Teste Teste Teste

Know us

Teste Teste Teste Teste

Popular Posts

Featured


4 de ago. de 2025

a) Qual a diferença entre o acidente de trabalho e a doença ocupacional?

 

ATIVIDADE 1 - ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO - 53_2025

Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico 


=================MV-ASSESSORIA==========================
CONTATO
Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

(15)98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778 - 

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

Olá, estudante! Seja bem-vindo à Atividade de Estudo 1 da disciplina de Ergonomia e Segurança do Trabalho.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Apesar dos avanços legais e técnicos no campo da segurança e saúde do trabalho, o Brasil ainda enfrenta altos índices de acidentes e doenças ocupacionais. No entanto, muitos desses eventos não são oficialmente registrados — fenômeno conhecido como subnotificação. Isso compromete a visibilidade real dos riscos, dificulta o planejamento de ações preventivas eficazes e perpetua condições inseguras nos ambientes laborais. Entender as causas e consequências da subnotificação é essencial para que futuros engenheiros e gestores promovam uma cultura de segurança mais transparente, proativa e eficiente.
 

Adaptado de: FUNDACENTRO. Subnotificações de acidentes de trabalho no setor da saúde foram discutidas por autoridades no MPT. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2023/maio/subnotificacoes-de-acidentes-de-trabalho-no-setor-da-saude-foram-discutidas-por-autoridades-no-mpt. Acesso em: 27 jun. 2025.


A partir da definição legal de acidente de trabalho e da caracterização das doenças ocupacionais, responda:

a) Qual a diferença entre o acidente de trabalho e a doença ocupacional?
b) Explique como a subnotificação desses eventos pode impactar negativamente a elaboração de políticas de prevenção nas empresas.
c) Cite quais estratégias podem ser adotadas para minimizar esse problema. Cite ao menos dois impactos e duas estratégias.


Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico

CONTATO 

(15) 98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

ATIVIDADE 1 - ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO - 53_2025

 

ATIVIDADE 1 - ERGONOMIA E SEGURANÇA DO TRABALHO - 53_2025

Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico 


=================MV-ASSESSORIA==========================
CONTATO
Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

(15)98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778 - 

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

Olá, estudante! Seja bem-vindo à Atividade de Estudo 1 da disciplina de Ergonomia e Segurança do Trabalho.

CONTEXTUALIZAÇÃO

Apesar dos avanços legais e técnicos no campo da segurança e saúde do trabalho, o Brasil ainda enfrenta altos índices de acidentes e doenças ocupacionais. No entanto, muitos desses eventos não são oficialmente registrados — fenômeno conhecido como subnotificação. Isso compromete a visibilidade real dos riscos, dificulta o planejamento de ações preventivas eficazes e perpetua condições inseguras nos ambientes laborais. Entender as causas e consequências da subnotificação é essencial para que futuros engenheiros e gestores promovam uma cultura de segurança mais transparente, proativa e eficiente.
 

Adaptado de: FUNDACENTRO. Subnotificações de acidentes de trabalho no setor da saúde foram discutidas por autoridades no MPT. Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/fundacentro/pt-br/comunicacao/noticias/noticias/2023/maio/subnotificacoes-de-acidentes-de-trabalho-no-setor-da-saude-foram-discutidas-por-autoridades-no-mpt. Acesso em: 27 jun. 2025.


A partir da definição legal de acidente de trabalho e da caracterização das doenças ocupacionais, responda:

a) Qual a diferença entre o acidente de trabalho e a doença ocupacional?
b) Explique como a subnotificação desses eventos pode impactar negativamente a elaboração de políticas de prevenção nas empresas.
c) Cite quais estratégias podem ser adotadas para minimizar esse problema. Cite ao menos dois impactos e duas estratégias.


Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico

CONTATO 

(15) 98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

1.b) Qual o valor da corrente máxima entre Gate e Catodo especificada para o SCR em questão?

 

MAPA - EELE - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA - 53_2025

Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico 


=================MV-ASSESSORIA==========================
CONTATO
Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

(15)98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778 - 

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

MAPA - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

53 - 2025.

 

ASSUNTO 1: RETIFICADORES EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA.

Os retificadores, tanto controlados quanto não controlados, desempenham um papel fundamental nos circuitos de geração de energia alternativa. A energia eólica, obtida a partir do vento, é uma fonte de energia limpa e renovável que pode ser convertida em eletricidade por meio de aerogeradores (turbinas eólicas). No entanto, a eletricidade gerada pelos aerogeradores é do tipo alternada e precisa ser retificada para ser utilizada de forma eficiente.
Os retificadores não controlados são amplamente utilizados na conversão de energia eólica, especialmente em sistemas de pequena escala. Eles são responsáveis por converter a corrente alternada gerada pelos aerogeradores em corrente contínua, que pode ser armazenada em baterias, alimentar diretamente cargas de corrente contínua ou mesmo alimentar um barramento CC para alimentar um inversor de tensão para injetar energia diretamente à rede elétrica. Esses retificadores são construídos com diodos e por isso não exigem um circuito de controle para sua operação.
Por outro lado, os retificadores controlados, como o retificador de onda completa controlado, têm a capacidade de ajustar a quantidade de energia convertida. Isso é possível através do controle da fase de disparo dos dispositivos semicondutores, como tiristores, utilizados nesses retificadores. Os retificadores controlados são mais comumente encontrados em sistemas de geração de energia eólica em grande escala, em que o controle preciso e a regulação de potência são essenciais.
Um diagrama de blocos pode ilustrar o sistema de geração de energia eólica, mostrando os diferentes componentes e circuitos de potência envolvidos. Cada bloco representaria um elemento-chave, como o gerador, o retificador, o inversor e o consumidor, que pode ser a própria rede elétrica interligada no caso de sistemas on-grid. A Figura 1 apresenta um exemplo de diagrama de blocos de um sistema de geração eólica conectado à rede, em que cada bloco representa um circuito de potência específico.

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_1.png

Figura 1 - Diagrama de blocos do sistema de geração eólica.

No sistema citado, a energia cinética do vento é capturada pelo aerogerador e convertida em energia elétrica alternada, comumente a partir de um gerador trifásico, representado no diagrama por PMSG (do inglês, Permanent Magnet Synchronous Generator). Essa energia é então retificada por meio de um retificador controlado, convertendo-a em corrente contínua. A corrente contínua pode ser utilizada para alimentar um barramento CC para uso posterior como um inversor de tensão para ser adequada aos padrões da rede elétrica, permitindo o uso eficiente da energia eólica gerada.
 
Atividade 1.
Uma vez que entendemos uma das aplicações mais importantes dos circuitos retificadores controlados em sistemas de geração de energia eólica, vamos iniciar analisando o comportamento do principal dispositivo de um retificador controlado: o SCR. A Figura 2 mostra um circuito retificador em onda completa formado por 4 SCRs em ponte, alimentando uma carga R-L.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_2.png

Figura 2 - Retificador Monofásico Controlado em Ponte de SCRs.
Fonte: adaptado de Hart, 2010.

Nesta atividade, você deverá identificar a polaridade do dispositivo pelo esquemático e entender as informações contidas na folha de dados (datasheet), verificando-as na prática. Para isso, siga os passos descritos no roteiro acessível pelo LINK: https://drive.google.com/file/d/1MFeVvB1a5mnM192SXufyV1mtOyvrONry/view, começando pela página 11 (ATIVIDADE 3).
 
Agora responda às questões a seguir:
1.a) Quais as condições necessárias para que o SCR do experimento comece a conduzir?
1.b) Qual o valor da corrente máxima entre Gate e Catodo especificada para o SCR em questão?
1.c) Qual o valor da corrente entre Anodo e Catodo para que o SCR do experimento mantenha a condução após a retirada do sinal de gate?
 
O próximo objetivo é verificar o funcionamento de um circuito com SCR, evidenciando as condições para que o dispositivo inicie a condução e bloqueio da corrente. Para isso, proceda a montagem do circuito da Figura 9 da página 14 do roteiro destacado anteriormente. A Figura 3 mostra o circuito que deve ser feito a montagem.
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_3.png
Figura 3 - Circuito de acionamento SCR1 (LED e R1 em paralelo).
 
Após a montagem completa, responda às questões a seguir:
1.d) Ao pressionar a botoeira B1 o que acontece com o LED?
1.e) Quando a botoeira B1 é liberada, o que ocorre com o LED e por quê?
1.f) Com o Led acionado, gire o potenciômetro lentamente até descobrir o valor limite em que o LED permanece em funcionamento.
1.g) Utilizando o multímetro no modo de medição de corrente, aumente gradativamente o valor do potenciômetro RV1 até o LED apagar. Qual o valor da corrente I1 quando o LED apaga?
1.h) Qual a razão do LED ter apagado quando a corrente i1 atinge o valor apontado na questão 1.g?
 
 

ASSUNTO 2: PARTIDA SUAVE DE MOTORES DE INDUÇÃO.

Os motores elétricos estão presentes na maioria dos processos industriais, e na maioria desses processos há necessidade de partidas suaves ou controle de velocidade durante a partida.
Com a evolução da eletrônica de potência, torna-se cada vez mais viável e prático o uso de chaves eletrônicas de partida de motores. A partida suave de motores de indução, ou como são comumente conhecidas as “soft-starter” são equipamentos eletrônicos utilizadas como chave de partida de ótimo desempenho.
As chaves de partida soft-starter são destinadas ao comando de motores de corrente alternada ou contínua, assegurando a aceleração e a desaceleração progressiva, permitindo uma adaptação da velocidade às condições de operação.
A alimentação do motor, quando é colocado em funcionamento, é feita por aumento progressivo de tensão, o que permite uma partida sem golpes e reduz o pico de corrente. Isso é obtido por meio de um conversor com tiristores em antiparalelo, montados de dois a dois em cada fase da rede.
A Figura 4 mostra o diagrama de blocos de uma soft-starter modelo SSW07, do fabricante WEG, em que é possível verificar os pares de SCR em conectados em cada fase.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_4.png

Figura 4 – Diagrama de blocos da soft-starter WEG SSW-07.
Fonte: adaptado de WEG, 2016.
 
Atividade 2)
Agora que já conhecemos uma aplicação importante dos circuitos com SCR, vamos analisar o funcionamento de um circuito clássico para disparo do SCR: o oscilador de relaxação com UJT.
Este circuito utiliza um Transistor de Unijunção para gerar os pulsos de disparo conectados ao Gate do Tiristor. A frequência dos pulsos pode ser controlada a partir da carga/descarga de um circuito RC, em que a combinação Resistência-Capacitância determina o tempo de carregamento do capacitor e, consequentemente, os pulsos entregues ao gate do SCR a partir do UJT.
 
Atividade experimental:
2.a) Primeiramente, com a bancada desenergizada e sem realizar nenhuma conexão, meça os valores da capacitância C1, resistência R2 e o valor máximo de P utilizando o multímetro digital.

C1

 

R2

 

P

 

 
2.b) Realize a montagem do circuito retificador não controlado para alimentação, conforme o diagrama da Figura 5 a seguir, e em seguida anote o valor médio da tensão entre Vdc+ e Vdc-.
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_5.png

Figura 5 – Circuito retificador a diodos para alimentação do Oscilador de Relaxação.
Fonte: adaptado de ALGETEC, 2021.
 

Tensão de alimentação (Vdc)

 

 

 
Realize a montagem do Oscilador de Relaxação ilustrado na Figura 6, utilizando a saída do retificador a diodos como alimentação.


http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_6.png

Figura 6 – Circuito Oscilador de relaxação com UJT.
Fonte: adaptado de ALGETEC, 2021.

Utilizando o osciloscópio digital, efetue a medição da tensão sobre o capacitor C1 (CH1) e a tensão no primário do transformador de pulso TP (CH2). Em seguida, responda:
 
2.c) Qual a relação entre o valor da resistência do potenciômetro e a frequência da tensão no capacitor C1? Justifique.
 
2.d) Qual a relação entre a tensão em C1 e no primário de TP? Justifique.


Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico

CONTATO 

(15) 98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

MAPA - EELE - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA - 53_2025

 

MAPA - EELE - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA - 53_2025

Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico 


=================MV-ASSESSORIA==========================
CONTATO
Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

(15)98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778 - 

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

MAPA - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA

53 - 2025.

 

ASSUNTO 1: RETIFICADORES EM SISTEMAS DE GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA.

Os retificadores, tanto controlados quanto não controlados, desempenham um papel fundamental nos circuitos de geração de energia alternativa. A energia eólica, obtida a partir do vento, é uma fonte de energia limpa e renovável que pode ser convertida em eletricidade por meio de aerogeradores (turbinas eólicas). No entanto, a eletricidade gerada pelos aerogeradores é do tipo alternada e precisa ser retificada para ser utilizada de forma eficiente.
Os retificadores não controlados são amplamente utilizados na conversão de energia eólica, especialmente em sistemas de pequena escala. Eles são responsáveis por converter a corrente alternada gerada pelos aerogeradores em corrente contínua, que pode ser armazenada em baterias, alimentar diretamente cargas de corrente contínua ou mesmo alimentar um barramento CC para alimentar um inversor de tensão para injetar energia diretamente à rede elétrica. Esses retificadores são construídos com diodos e por isso não exigem um circuito de controle para sua operação.
Por outro lado, os retificadores controlados, como o retificador de onda completa controlado, têm a capacidade de ajustar a quantidade de energia convertida. Isso é possível através do controle da fase de disparo dos dispositivos semicondutores, como tiristores, utilizados nesses retificadores. Os retificadores controlados são mais comumente encontrados em sistemas de geração de energia eólica em grande escala, em que o controle preciso e a regulação de potência são essenciais.
Um diagrama de blocos pode ilustrar o sistema de geração de energia eólica, mostrando os diferentes componentes e circuitos de potência envolvidos. Cada bloco representaria um elemento-chave, como o gerador, o retificador, o inversor e o consumidor, que pode ser a própria rede elétrica interligada no caso de sistemas on-grid. A Figura 1 apresenta um exemplo de diagrama de blocos de um sistema de geração eólica conectado à rede, em que cada bloco representa um circuito de potência específico.

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_1.png

Figura 1 - Diagrama de blocos do sistema de geração eólica.

No sistema citado, a energia cinética do vento é capturada pelo aerogerador e convertida em energia elétrica alternada, comumente a partir de um gerador trifásico, representado no diagrama por PMSG (do inglês, Permanent Magnet Synchronous Generator). Essa energia é então retificada por meio de um retificador controlado, convertendo-a em corrente contínua. A corrente contínua pode ser utilizada para alimentar um barramento CC para uso posterior como um inversor de tensão para ser adequada aos padrões da rede elétrica, permitindo o uso eficiente da energia eólica gerada.
 
Atividade 1.
Uma vez que entendemos uma das aplicações mais importantes dos circuitos retificadores controlados em sistemas de geração de energia eólica, vamos iniciar analisando o comportamento do principal dispositivo de um retificador controlado: o SCR. A Figura 2 mostra um circuito retificador em onda completa formado por 4 SCRs em ponte, alimentando uma carga R-L.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_2.png

Figura 2 - Retificador Monofásico Controlado em Ponte de SCRs.
Fonte: adaptado de Hart, 2010.

Nesta atividade, você deverá identificar a polaridade do dispositivo pelo esquemático e entender as informações contidas na folha de dados (datasheet), verificando-as na prática. Para isso, siga os passos descritos no roteiro acessível pelo LINK: https://drive.google.com/file/d/1MFeVvB1a5mnM192SXufyV1mtOyvrONry/view, começando pela página 11 (ATIVIDADE 3).
 
Agora responda às questões a seguir:
1.a) Quais as condições necessárias para que o SCR do experimento comece a conduzir?
1.b) Qual o valor da corrente máxima entre Gate e Catodo especificada para o SCR em questão?
1.c) Qual o valor da corrente entre Anodo e Catodo para que o SCR do experimento mantenha a condução após a retirada do sinal de gate?
 
O próximo objetivo é verificar o funcionamento de um circuito com SCR, evidenciando as condições para que o dispositivo inicie a condução e bloqueio da corrente. Para isso, proceda a montagem do circuito da Figura 9 da página 14 do roteiro destacado anteriormente. A Figura 3 mostra o circuito que deve ser feito a montagem.
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_3.png
Figura 3 - Circuito de acionamento SCR1 (LED e R1 em paralelo).
 
Após a montagem completa, responda às questões a seguir:
1.d) Ao pressionar a botoeira B1 o que acontece com o LED?
1.e) Quando a botoeira B1 é liberada, o que ocorre com o LED e por quê?
1.f) Com o Led acionado, gire o potenciômetro lentamente até descobrir o valor limite em que o LED permanece em funcionamento.
1.g) Utilizando o multímetro no modo de medição de corrente, aumente gradativamente o valor do potenciômetro RV1 até o LED apagar. Qual o valor da corrente I1 quando o LED apaga?
1.h) Qual a razão do LED ter apagado quando a corrente i1 atinge o valor apontado na questão 1.g?
 
 

ASSUNTO 2: PARTIDA SUAVE DE MOTORES DE INDUÇÃO.

Os motores elétricos estão presentes na maioria dos processos industriais, e na maioria desses processos há necessidade de partidas suaves ou controle de velocidade durante a partida.
Com a evolução da eletrônica de potência, torna-se cada vez mais viável e prático o uso de chaves eletrônicas de partida de motores. A partida suave de motores de indução, ou como são comumente conhecidas as “soft-starter” são equipamentos eletrônicos utilizadas como chave de partida de ótimo desempenho.
As chaves de partida soft-starter são destinadas ao comando de motores de corrente alternada ou contínua, assegurando a aceleração e a desaceleração progressiva, permitindo uma adaptação da velocidade às condições de operação.
A alimentação do motor, quando é colocado em funcionamento, é feita por aumento progressivo de tensão, o que permite uma partida sem golpes e reduz o pico de corrente. Isso é obtido por meio de um conversor com tiristores em antiparalelo, montados de dois a dois em cada fase da rede.
A Figura 4 mostra o diagrama de blocos de uma soft-starter modelo SSW07, do fabricante WEG, em que é possível verificar os pares de SCR em conectados em cada fase.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_4.png

Figura 4 – Diagrama de blocos da soft-starter WEG SSW-07.
Fonte: adaptado de WEG, 2016.
 
Atividade 2)
Agora que já conhecemos uma aplicação importante dos circuitos com SCR, vamos analisar o funcionamento de um circuito clássico para disparo do SCR: o oscilador de relaxação com UJT.
Este circuito utiliza um Transistor de Unijunção para gerar os pulsos de disparo conectados ao Gate do Tiristor. A frequência dos pulsos pode ser controlada a partir da carga/descarga de um circuito RC, em que a combinação Resistência-Capacitância determina o tempo de carregamento do capacitor e, consequentemente, os pulsos entregues ao gate do SCR a partir do UJT.
 
Atividade experimental:
2.a) Primeiramente, com a bancada desenergizada e sem realizar nenhuma conexão, meça os valores da capacitância C1, resistência R2 e o valor máximo de P utilizando o multímetro digital.

C1

 

R2

 

P

 

 
2.b) Realize a montagem do circuito retificador não controlado para alimentação, conforme o diagrama da Figura 5 a seguir, e em seguida anote o valor médio da tensão entre Vdc+ e Vdc-.
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_5.png

Figura 5 – Circuito retificador a diodos para alimentação do Oscilador de Relaxação.
Fonte: adaptado de ALGETEC, 2021.
 

Tensão de alimentação (Vdc)

 

 

 
Realize a montagem do Oscilador de Relaxação ilustrado na Figura 6, utilizando a saída do retificador a diodos como alimentação.


http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_268966_665903_6.png

Figura 6 – Circuito Oscilador de relaxação com UJT.
Fonte: adaptado de ALGETEC, 2021.

Utilizando o osciloscópio digital, efetue a medição da tensão sobre o capacitor C1 (CH1) e a tensão no primário do transformador de pulso TP (CH2). Em seguida, responda:
 
2.c) Qual a relação entre o valor da resistência do potenciômetro e a frequência da tensão no capacitor C1? Justifique.
 
2.d) Qual a relação entre a tensão em C1 e no primário de TP? Justifique.


Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico

CONTATO 

(15) 98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

a) A partir dos modelos de conversores cc-cc que você conheceu no curso de eletrônica de potência, quais das topologias se adequam a este projeto? Justifique.

 

ATIVIDADE 1 - EELE - ELETRÔNICA DE POTÊNCIA - 53_2025

Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico 


=================MV-ASSESSORIA==========================
CONTATO
Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

(15)98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778 - 

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

ATIVIDADE DE ESTUDO 1 – ELETRÔNICA DE POTÊNCIA – Modulo 53/2025


Contextualização

Nas primeiras unidades de Eletrônica de Potência tratamos de estudar os conceitos básicos de circuitos chaveados quando calculamos a potência perdida na transferência entre fonte e carga. Em seguida, discutimos os circuitos conversores básicos de CA para CC, os chamados retificadores, que podem ser controlados ou não controlados.

 
Controle da temperatura de um forno industrial
 
Considere que o diagrama a seguir, ilustrado na Figura 1, representa o circuito de potência simplificado de um forno elétrico, onde a energia absorvida pelo resistor de carga é transformada em calor. Consideraremos a resistência como linear, visando analisar o circuito de controle e a transferência de potência entre a fonte (Vs) e a carga (RL).

https://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_270169_665902_1.png


Figura 1: Controle de Temperatura de um forno industrial
Fonte: o autor.

Considere que Vs representa uma fonte de tensão CC, VRL é a tensão entre os terminais do resistor. VDS representa a tensão entre os terminais principais de uma chave estática de potência, Q1, que por sua vez é comandada por um gerador de sinal PWM conectado ao terminal de controle da chave. IRL representa a corrente no resistor de carga.
Os dados de operação do circuito são:
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_270169_665902_2.png

 

 
Considere agora que uma chave REAL será utilizada no circuito. Isso significa que ela apresentará perdas durante o funcionamento do circuito. O modelo escolhido foi o transistor MOSFET CANAL N STB7NK80Z. Algumas características deste componente estão mostradas na Tabela 1.
Tabela 1:
 

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_270169_665902_3.png
http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_270169_665902_4.png
Na Tabela 1 estão apresentados os valores de tempo de abertura (tSWon) e fechamento (tSWoff), o limite de tensão entre Dreno e Source (VDSmáx), a queda de tensão em condução (VDSon), a corrente de fuga (ILeak) e a potência máxima permitida para esta chave (Pmáx).
 
1 a) Conhecendo os parâmetros da chave, calcule a potência média dissipada na chave Q durante o estado ligado.
1 b) Calcule a potência média dissipada na chave durante o estado bloqueado.
1 c) Calcule a potência máxima dissipada durante a ligação da chave.
1 d) Calcule a Potência Média Total dissipada na chave em relação ao ciclo de chaveamento.

2. Um retificador monofásico da Figura 3, onde os quatro diodos formam uma ponte completa alimentando a carga RL genérica.

http://sistemasead.unicesumar.edu.br/flex/amfphp/services/Portal/ImagemQuestionario2/QUE_270169_665902_5.png
Figura 3 – Circuito Retificador Monofásico com carga RL
Fonte: o autor.
 
Dados do circuito:
D1, D2, D3, D4:          Diodos ideais;
Vs: Fonte de tensão monofásica da rede elétrica.
R: Componente resistiva da carga, cujo valor é de 5 Ω;
L: Componente indutiva da carga, cujo valor é de 7,5 mH.
 
a) Se considerarmos os diodos como chaves ideais, qual o valor médio de tensão na carga se o valor máximo da tensão monofásica é de 150 V em 50 Hz?
b) Qual o valor médio de corrente na carga considerando a mesma situação do item a)?
c) Qual o valor da potência, em Watts, absorvida pela carga RL?
Obs: Considere a 4ª ordem como a maior da série.


3. Você foi contratado para projetar um sistema em que um gerador eólico deve alimentar um banco de baterias. A tensão de saída do gerador varia de 10 a 110 Vcc em diferentes condições de vento e carga. Caso a potência drenada da máquina esteja abaixo da capacidade, a rotação da turbina tende a aumentar e, consequentemente, a tensão nos seus terminais também aumenta. De forma análoga, se a potência drenada for acima da capacidade, a rotação tende a diminuir juntamente com a tensão.
Considerando que o banco de baterias resulta num barramento de 220 Vcc e o objetivo de que, ao menor valor de tensão de operação disponível no gerador, o carregamento da bateria já aconteça, responda às questões a seguir considerando as chaves estáticas como ideais.
a) A partir dos modelos de conversores cc-cc que você conheceu no curso de eletrônica de potência, quais das topologias se adequam a este projeto? Justifique.
b) Considerando que a topologia escolhida é a BOOST, calcule os valores máximos e mínimos de razão cíclica para transferir 10 kW do gerador para o banco de baterias
c) Desprezando as perdas na chave e nos elementos passivos, calcule a corrente média na entrada do conversor quando o gerador fornece a potência máxima.
d) Considere que a bateria pode ser representada por uma impedância puramente resistiva de 20 Ω. Calcule o valor médio da indutância L do conversor Boost quando a tensão do barramento estiver em 110 V e a tensão da bateria estiver regulada em 220 V, mantendo 5% de ondulação sobre o valor médio de corrente no indutor. A frequência do conversor é 10 kHz.


Entre em contato com a nossa equipe que vamos assessorar com esse trabalho

Mais de 10 anos no mercado acadêmico

CONTATO 

(15) 98170-8778

Tele gram.:( 15) 98170-8778

E-MAIL: Mvf5system@gmail.com

Como funciona a assessoria acadêmica

Processo simples, claro e sem complicação para estudantes da Unicesumar.

Envio do trabalho Você envia o MAPA, TCC, artigo ou atividade diretamente pelo WhatsApp.
Análise e orçamento Avaliamos as orientações da disciplina e retornamos com prazo e valor.
Entrega orientada Trabalho desenvolvido conforme solicitado, respeitando normas acadêmicas.

botão de baixo, lateral direito

Assessoria Acadêmica para Estudantes da Unicesumar

MAPA, TCC, artigos e trabalhos acadêmicos com normas ABNT. Atendimento rápido e personalizado.

Falar no WhatsApp

Postagem em destaque

MVF5 System - SOLUÇÕES EM TI!

          Desenvolvimento de projetos, softwares, sites, blogs e trabalhos conforme sua necessidade e com os melhores preços. Entre em c...

Seguidores

Total de visualizações

Postagens populares